Castelo Branco

Arquitectura típica, um castelo templário, portados e igrejas quinhentistas, jardins barrocos e solares de famílias com raízes cravadas na história. Visitar Castelo Branco, a “capital da Beira Baixa”, é ver tudo isto num cenário que combina tradição e modernidade.

Arquitectura típica, um castelo templário, portados e igrejas quinhentistas, jardins barrocos e solares de famílias com raízes cravadas na história. Visitar Castelo Branco, a “capital da Beira Baixa”, é ver tudo isto num cenário que combina tradição e modernidade. Com a passagem do tempo, a cidade foi colecionando património, e se as suas colchas bordadas são famosas para lá das fronteiras portuguesas também a arquitectura e a gastronomia locais valem uma visita. Com um ritmo de crescimento que contrasta com a pacatez do ambiente rural onde se insere, Castelo Branco reúne o melhor de dois mundos. Venha explorá-los.

A cidade

Da história de Castelo Branco antes da chegada dos Templários pouco se sabe. A fundação da urbe é atribuída aos Cavaleiros do Templo, que terão erigido o castelo e as muralhas entre 1214 e 1230. O centro histórico da cidade resguarda ainda memórias destes tempos medievais gravadas nas pedras das muralhas, mandadas ampliar mais tarde por D. Dinis. Com D. Manuel, Castelo Branco recebeu um novo foral, viu crescer a sua população e o espaço urbano da cidade. Ainda hoje as ruelas exibem, orgulhosas, casas quinhentistas decoradas em portas e janelas, símbolos da riqueza dos mercadores que aí habitaram. Nos anos seguintes, Castelo Branco recebeu da Coroa o título de vila notável, e assistiu à construção de duas importantes igrejas cuja riqueza merece uma visita demorada, a Misericórdia e a Igreja de São Miguel, actual Sé. Mais tarde, D. Nuno de Noronha mandou construir o sumptuoso edifício do Paço Episcopal, símbolo da urbanidade e importância que, então, a terra tinha em termos nacionais.

Em Castelo Branco, não deixe também de visitar:

  • Jardim do Paço Episcopal
  • Museu Francisco Tavares Proença Júnior
  • O Castelo dos Templários e o Convento de Santo António dos Capuchos;
  • O Museu Cargaleiro, com pintura, cerâmica, escultura, azulejaria, tapeçaria do artista português, no Solar dos Cavaleiros;
  • O Cine Teatro Avenida, um edifício do Estado Novo inaugurado em 1954;
  • O Centro de Interpretação Ambiental de Castelo Branco, com uma exposição interactiva sobre o património natural do Parque Natural do Tejo Internacional;
  • As praias fluviais do Sesmo, de Almaceda e da Taberna Seca.
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